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Quem precisa de um atestado médico para revalidar a carta de condução?

Nem todos os condutores são obrigados a apresentar um atestado médico para revalidar a carta de condução. A necessidade depende da categoria do veículo e da idade do titular, estando prevista no Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir. Saber quando deve obter o atestado evita atrasos, multas e a perda do direito a conduzir.

Grupo 1 e Grupo 2: qual a diferença?

A legislação distingue dois grupos de condutores:

Grupo 1 – engloba as categorias de veículos ligeiros: AM, A1, A2, A, B1, B e BE, ciclomotores e tractores agrícolas. Estes condutores são considerados de baixo risco e, por isso, a exigência de atestado médico só surge a partir de determinadas idades.

Grupo 2 – inclui as categorias C1, C1E, C, CE, D1, D1E, D e DE, bem como condutores das categorias B e BE quando a condução é actividade profissional (ambulâncias, veículos de bombeiros, transporte de doentes, transporte escolar, transporte colectivo de crianças e veículos de aluguer). Estes condutores estão sujeitos a avaliações mais frequentes e exigem também certificado de aptidão psicológica (CAP) a partir de certas idades.

Atestado médico no Grupo 1: quando é obrigatório?

Os condutores do Grupo 1 não precisam de atestado nas primeiras décadas de condução. Contudo, a partir de determinado momento, o atestado torna-se obrigatório:

Cartas obtidas antes de 2 de janeiro de 2013 – revalidação aos 50 anos sem atestado; revalidação aos 60, 65 e 70 anos com atestado; após os 70 anos, revalidações bienais sempre com atestado.

Cartas obtidas depois de 2 de janeiro de 2013 e antes de 30 de julho de 2016 – quem tirou a carta antes dos 25 anos deve revalidar a carta de conduão aos 30 e 45 anos sem atestado; quem obteve a carta depois de completar 25 anos deve revalidar a carta de condução aos 40 e 55 anos sem atestado. Em ambos os casos, as revalidações subsequentes aos 60, 65 e 70 anos requerem atestado.

Cartas obtidas a partir de 30 de julho de 2016 – as cartas do Grupo 1 têm uma validade de 15 anos até perfazer os 60 anos, sem necessidade de atestado. Dos 60 aos 70 anos, a revalidação é de 5 em 5 anos com atestado; após os 70 anos, passa a ser de 2 em 2 anos, sempre com atestado.

Perguntas frequentes sobre o Grupo 1

A legislação considera que as condições de saúde se mantêm estáveis nos adultos jovens e, por isso, a carta pode ser renovada sem exame médico. A partir dos 60 anos, aumentam as alterações visuais, auditivas e motoras e é necessária uma avaliação.

Quem se habilita pela primeira vez com 58 anos ou mais realiza a primeira revalidação aos 65 anos, com atestado.

Atestado médico no Grupo 2: condutores profissionais

Para os condutores do Grupo 2, a legislação é mais exigente. A avaliação médica e, em muitos casos, psicológica é obrigatória para revalidar a carta de condução. Os prazos variam consoante a data de obtenção da carta:

Cartas obtidas antes de 2 de janeiro de 2013 – revalidações aos 40 anos (sem CAP), 45 anos (com atestado e sem CAP), 50 anos (com atestado e CAP), 55, 60, 65, 68 e 70 anos, sempre com atestado e CAP. Depois dos 70 anos, a revalidação é bienal.

Cartas obtidas depois de 2 de janeiro de 2013 e antes de 30 de julho de 2016 – revalidações aos 25, 30, 35, 40 e 45 anos com atestado, mas sem CAP; a partir dos 50 anos cada revalidação exige atestado e CAP.

Cartas obtidas a partir de 30 de julho de 2016 – as cartas de condução de Grupo 2 são revalidadas de cinco em cinco anos até aos 70 anos; até aos 50 anos basta atestado médico, mas depois dos 50 anos é necessário também o certificado de aptidão psicológica.

Consulta médica online para atestado para revalidar a carta de condução

Quem está dispensado do CAP?

Nem todos os condutores do Grupo 2 necessitam de CAP. O certificado é exigido aos condutores que exercem actividade profissional com veículos pesados ou com veículos ligeiros de transporte de passageiros (ambulâncias, transporte escolar, etc.). Nos condutores amadores de categorias C1 e C1E que não realizam actividade profissional, basta o atestado médico.

Multas e consequências de não cumprir os prazos para revalidar a carta de condução

A carta deve ser revalidada no prazo legal ou até seis meses antes da data da revalidação. Conduzir com carta caducada é uma infracção rodoviária punível com coimas entre 120 e 600 euros. Se deixar passar o prazo mais de dois anos (até cinco anos), o condutor terá de realizar um exame de condução especial para recuperar o título. Passados cinco anos sem revalidação, é necessário frequentar um curso de formação, e após dez anos a carta caduca definitivamente, obrigando à obtenção de nova carta.

Conclusion

Saber quem deve fazer o atestado médico e quando é essencial para cumprir a lei e manter a carta de condução válida. O Grupo 1 engloba condutores de veículos ligeiros e apenas exige atestado em idades avançadas, enquanto o Grupo 2 abrange condutores profissionais e impõe avaliações médicas (e psicológicas) mais frequentes. Respeitar os prazos evita coimas e garante que continua a conduzir com segurança.

Através do Doctor on the Net, é possível realizar online a consulta médica necessária para a emissão do atestado de aptidão para revalidar a carta de condução. A avaliação é feita por videoconsulta, permitindo cumprir os requisitos legais sem deslocações.

Sempre que clinicamente indicado, o atestado médico é emitido e enviado electronicamente para o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), sendo igualmente disponibilizado ao utente. Esta consulta destina-se à renovação da carta, obtenção da primeira carta, alteração de categoria, substituição de carta estrangeira ou averbamento do Grupo II.

Perguntas frequentes (FAQ)

Depende da categoria da carta e da idade. No Grupo 1, o atestado é exigido a partir dos 60 anos (ou 50 anos para cartas anteriores a 2013). No Grupo 2, é necessário em todas as revalidações e deve ser acompanhado de CAP após os 50 anos.

Inclui veículos pesados das categorias C1, C, D e seus derivados, bem como condutores de ambulâncias, veículos de bombeiros, transporte de doentes, transporte escolar, transporte colectivo de crianças e veículos de aluguer.

Sim. Mesmo quando troca um título estrangeiro, deve cumprir os requisitos de aptidão física e mental definidos pela legislação portuguesa, podendo ser necessário apresentar atestado médico e CAP, conforme a categoria e a idade.

Além das coimas, quem permite que a carta caducada se mantenha por mais de dois anos pode ter de realizar um exame prático especial para revalidar a carta de condução. Ultrapassados cinco anos, é obrigatório um curso de formação. Após dez anos, a carta perde definitivamente a validade.

Não. O CAP é obrigatório apenas para condutores que exercem actividade profissional. Para condução pessoal de veículos das categorias C1 e C1E, basta o atestado médico.

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Dr Alexandra Azevedo

Training: University of Barcelona
No. of doctors: 71409

Biography

Dr Alexandra Azevedo graduated in Medicine from the University of Barcelona in 2015, where she subsequently specialised in General Practice. During her training, she developed a strong interest in the approach to chronic pain, having completed an integrated master's degree in Medicine and Surgery with clinical research into pain management. Her professional experience includes several years of clinical practice in Spain, particularly in Catalonia, where she has had contact with a wide variety of pathologies and challenges, both in the emergency department and in primary healthcare.

She currently works as a family doctor at the ULS Braga. She has been a member of the medical-surgical emergency team at Vila Nova de Famalicão Hospital and has worked as a guest lecturer at the Nursing School of the University of Minho, teaching anatomy and physiology of the circulatory, respiratory and digestive systems.

Her main clinical interests include emergency medicine, chronic pain, depression and anxiety, as well as preventive medicine and the control of vascular risk factors. She is also dedicated to anti-smoking counselling and weight loss counselling, helping her patients to adopt healthier lifestyle habits. Her approach to care is based on a holistic vision, considering health as a balance between physical and psychological well-being.

Dr Alexandra stands out for her humanism and her ability to offer quick and effective solutions to minor problems, ensuring that her patients feel well looked after. At Médico na Net, she sees an opportunity to bring healthcare to more people in an accessible and convenient way.

Passionate about music and travelling, she loves getting to know different cultures and lifestyles, which enriches her view of the world and her medical practice. For her, medicine is not just a profession, but a real commitment to the well-being of the people she cares for. As she likes to say: "Health is the balance between physical and psychological well-being.