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Viajar com Doença Crónica: O Que Planear Antes de Partir

Introdução

Diabetes, doença cardiovascular, asma, doença inflamatória intestinal, VIH ou imunossupressão não são contraindicações para viajar, mas exigem preparação adicional. A consulta do viajante assume aqui um papel ainda mais crítico.

Medicação e documentação

Leve medicação suficiente para toda a viagem mais uma margem de segurança, na embalagem original e com receita ou relatório médico (de preferência em inglês). Distribua os fármacos entre bagagem de mão e de porão. Transporte insulina e medicação termossensível em saco isotérmico na cabine — nunca no porão (temperaturas extremas). Verifique a legislação local: alguns medicamentos (opioides, benzodiazepinas) têm restrições em determinados países.

Diabetes e viagem

As alterações de fusos horários afetam os esquemas de insulina. Na viagem para leste (dia mais curto), pode ser necessário reduzir a dose; para oeste (dia mais longo), aumentar. Leve glucómetro, tiras, lancetas, glicagon, snacks e carta médica. A diarreia do viajante pode alterar a absorção de antidiabéticos orais e causar hipoglicemia.

Imunossuprimidos

Doentes sob imunossupressores (corticóides em dose elevada, biológicos, quimioterapia, pós-transplante) não podem receber vacinas vivas (febre amarela, BCG, varicela, sarampo oral). A eficácia das vacinas inativadas pode também estar reduzida. Destinos com riscos elevados podem estar desaconselhados.

Seguro de viagem

O Cartão Europeu de Seguro de Doença (CESD) cobre cuidados no Espaço Económico Europeu, mas não repatriamento nem cobertura integral. Para destinos fora da UE, é indispensável um seguro de viagem que cubra doenças pré-existentes, evacuação e assistência 24h.

Mulher em consulta online com médico para aconselhamento antes de uma viagem

Perguntas frequentes (FAQ)

Sim, mas avise o médico. Viagens longas aumentam o risco de trombose venosa — hidratação, meias de compressão e mobilização no voo são recomendadas.

Sim, mas avise o médico. Viagens longas aumentam o risco de trombose venosa — hidratação, meias de compressão e mobilização no voo são recomendadas.

Sim. Os auto injetores de adrenalina devem viajar na bagagem de mão, com documentação médica. As companhias aéreas permitem-no.

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Dra. Alexandra Azevedo

Formação: Universidade de Barcelona
Nº ordem dos médicos: 71409

Biografia

A Dra. Alexandra Azevedo formou-se em Medicina na Universidade de Barcelona em 2015, onde posteriormente se especializou em Medicina Geral e Familiar. Durante a sua formação, desenvolveu um forte interesse pela abordagem à dor crónica, tendo realizado um mestrado integrado em Medicina e Cirurgia com investigação na Clínica no controlo da Dor. A sua experiência profissional inclui vários anos de prática clínica em Espanha, nomeadamente na Catalunha, onde teve contacto com uma grande diversidade de patologias e desafios, tanto na urgência, como nos cuidados de saúde primários.

Atualmente, exerce como médica de família na ULS Braga. Já integrou a equipa da urgência médico-cirúrgica do Hospital de Vila Nova de Famalicão e já colaborou como professora convidada na Escola Superior de Enfermagem da Universidade do Minho, lecionando anatomia e fisiologia do sistema circulatório, respiratório e digestivo.

Os seus principais interesses clínicos incluem a urgência médica, a dor crónica, a depressão e a ansiedade, bem como a medicina preventiva e o controlo de fatores de risco vasculares. Dedica-se também à consulta antitabágica e à consulta de perda de peso, ajudando os seus pacientes a adotar hábitos de vida mais saudáveis. A sua abordagem ao cuidado baseia-se numa visão holística, considerando a saúde como um equilíbrio entre o bem-estar físico e psicológico.

A Dra. Alexandra distingue-se pelo seu humanismo e pela capacidade de oferecer soluções rápidas e eficazes para problemas menores, garantindo que os seus pacientes se sintam bem acompanhados. No Médico na Net, vê uma oportunidade de levar os cuidados de saúde a mais pessoas de forma acessível e conveniente.

Apaixonada por música e viagens, adora conhecer diferentes culturas e estilos de vida, o que enriquece a sua visão do mundo e a sua prática médica. Para ela, a medicina não é apenas uma profissão, mas um verdadeiro compromisso com o bem-estar das pessoas que acompanha. Como gosta de dizer: “A saúde é o equilíbrio entre o bem-estar físico e psicológico.